Nome: Standak Top
Categoria: Inseticida
Fórmula: FS - Suspensão Concentrada p/ Trat. Sementes
Modo de Ação: sistêmico, de contato e protetora ingestão
Classificação Ambiental: II - Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Classificação Toxicológica: II - Altamente Tóxico
Ingredientes Ativos: fipronil,250 - Gramas por Litros
Dosagem: Consulte sempre um Engenheiro Agronomo.
Carência: Não informado.
Número de Registro: 1209
Proprietário: 48.539.407/0001-18 - BASF S.A. – São Paulo
Instruções: INSTRUÇÕES DE USO: STANDAK TOP é uma mistura pronta contendo o inseticida Fipronil do grupo pirazol, e os fungicidas Piraclostrobina do grupo das estrubirulinas e Metil Tiofanato do grupo dos benzimidazois, seletivo para a cultura da soja, que quando utilizado em tratamento de sementes protege as plântulas contra o ataque de pragas, e fungos de sementes no período inicial de desenvolvimento da cultura: CULTURAS/PRAGAS/DOENÇAS/DOSE: Vide Indicações de Uso/Doses NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. MODO / EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: O produto poderá ser aplicado com o auxílio de máquinas específicas para tratamento de sementes, ou tambores rotativos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto sobre as sementes. INTERVALO DE SEGURANÇA: Não determinado por tratar-se de tratamento de sementes antes da semeadura. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS : Vide item Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana LIMITAÇÕES DE USO: -Não há limitações de uso para a cultura de soja, desde que seja utilizado conforme as recomendações. -Standak Top é compatível com produtos usualmente utilizados para tratamento de sementes. -Não é recomendada a mistura de Standak Top com produtos de reação fortemente alcalina (hormônios, fertilizante, estimuladores de crescimento, etc...), como com qualquer outro agrotóxico. -Fitotoxicidade: o produto é seletivo para a cultura da soja.
Quantidade Ingrediente Inerte: 713.00
Porcentagem Inerte: 50.00
Unidade Inerte: Gramas por Litros
Pacotes: Frasco plástico: 250 mL; 600 mL;1 ; 1,6; 5; 10; 20; 50; 200 e 1000 Litros. Frasco metálico: 1; 5; 10; 20; 200; 1000 Litros
Manejo Integrado/Ecológico de Pragas: INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícolas como: uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cutivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, etc. Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE INTEGRADO DE PRAGAS Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.
Manejo de Resistência: INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGOS: Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas - Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O FRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas: -Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura; -Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS: Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas: •Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. •Utilizar somente as doses recomendadas na bula. •Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI. •Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
Meio Ambiente: DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE: PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DO PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: -Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) -Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. -Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. -Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes. -Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas. -Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. -Não utilize equipamento com vazamento. -Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. -Aplique somente as doses recomendadas. -Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água.Evite a contaminação da água. -A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação dos solo, de água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: -Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. -O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. -A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. -O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. -Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. -Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. -Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. -Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação -Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. -Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: -Isole e sinalize a área contaminada. -Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - Telefones de Emergência: (0800) 11-2273 ou (OXX12) 3128-1357. -Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores.) -Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: •Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. •Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. •Corps d´água:: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO E DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA É obrigatório a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. SACARIAS: AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS. AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER LAVADAS. ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS: O armazenamento das embalagens - SACARIAS - vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio das SACARIAS. As embalagens - SACARIAS - vazias devem ser armazenada separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS - SACARIAS - VAZIAS Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico STANDAK TOP ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas. Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico ST ANDAK TOP e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM V AZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente, causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. - TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
Saúde: DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: PRECAUÇÕES GERAIS: - Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. - Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos. - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕESNA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem faça-o de maneira a evitar respingos. - Utilize equipamentos de proteção individual -EPI: macacão da algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado. PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: - Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas. - Utilize equipamentos de proteção individual -EPI: macacão da algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: 'PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.' E manter os avisos até o final do período de reentrada. -Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe; óculos; avental; botas; macacão, luvas e máscara. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Troque e lave as roupas de proteção, separado das demais roupas da família. - AO LAVAR AS ROUPAS UTILIZADAS /CONTAMINADAS, UTILIZE LUVAS E AVENTAL IMPERMEÁVEL. - Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. - Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilize a embalagem vazia. - No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha). PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico. - Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. - Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. - Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. - Inalação: Se o produto for inalado ('respirado'), leve a pessoa para local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR TIOFANATO-METÍLICO INFORMAÇÕES MÉDICAS •Grupo químico: Tiofanato-metílico:Benzimidazol Fipronil: Pirazol Piraclostrobina: Estrobilurina •Classe toxicológica: Classe II - Altamente tóxico •Vias de exposição: Oral, dérmica e inalatória •Toxicocinética: Tiofanato-metílico Em estudos com animais, o tiofanato-metílico foi rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, alcançado uma concentração sorológica máxima 4h após a administração. A extensão da absorção pode ser dose-dependente, diminuindo com o aumento da dose. Os maories níveis teciduais foram encontrados no fígado, tireóide e rins 96h após a dosagem. O tiofanato-metílico é predominantemente metabolizado (71-88%) e foi excretado rapidamente, com mais de 90% de eliminação pela urina e fezes em 24h da administração. Na dose mais baixa, a principal via de administração foi urinária, enquanto na dose mais elevada foi predominantemente fecal. Não houve sinal de bioacumulação. Quase todo o tiofanato-metílico é eliminado do corpo em 24h; aquilo que resta nos tecidos após 24h é extensamente eliminado em 96h. Fipronil: É rapidamente distribuído e metabolizado. A principal via de excreção foi a fecal. Apresenta potencial de bioacumulação. Piraclostrobina: Em ratos houve um primeiro pico plasmático após cerca de 30 minutos seguido de um segundo pico plasmático após 8 a 24 horas da ingestão. O trato gastrintestinal e os conteúdos apresentaram as maiores concentrações cerca de 30 minutos após a administração, seguido do fígado e rins em menor extensão. Apenas uma pequena fração da dose administrada foi encontrada nos tecidos após 42 e 72 horas da administração. A excreção ocorreu principalmente pelas fezes (cerca de 74-91%) e pela urina (cerca de 10-13%) nas primeiras 48 horas. Em animais com o canulação do dueto biliar ocorreu a excreção de 35-38% por esta via em até 48hs após a administração. Houve absorção dérmica em ratos de cerca de 2,6% da dose aplicada após 4-8 horas. •Mecanismos de toxicidade: Tiofanato-metílico Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Fipronil: Excitação do sistema nervoso central. Piraclostrobina: O mecanismo de ação ocorre pela inibição da respiração celular (mitocondrial). •Sintomas e sinais clínicos: Tiofanato-metílico Tanto o tiofanato-metílico quanto o seu metabólito terminal, carbendazim, possuem baixa toxicidade aguda e não possuem atividade anticolinesterase. Em todas as espécies de animais, o efeito toxicológico mais suscetível da exposição sub-crônica / crônica é a toxicidade hepática. A tireóide também é um órgão alvo para o tiofanato-metílico. Após exposição podem ocorrer alterações respiratórias, náusea, vômito, diarréia, irritações moderadas nos olhos e pele (dermatite, coceira, vermelhidão, inchaço e ressecamento). Fipronil: A ingestão de grandes quantidades pode causar efeitos neurológicos, caracterizados por hiperexcitabilidade, irritabilidade, tremores, letargia e convulsões. Piraclostrobina: Estudos em animais evidenciaram potencial de irritação moderado em olhos e pele. Também é medianamente tóxico se inalado. Os sintomas clínicos após administração oral consistiram principalmente em dispnéia e diarréia. •Diagnóstico:Tiofanato-metílico, Fipronil e Piraclostrobina: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. •Tratamento: Antídoto: Não existe antídoto específico Exposição Oral A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada. B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade. C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade da substância potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. D) Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido extracelular após vômito severo e diarréia. E) Monitore a função hepática e a função neurológica. Exposição Inalatória Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral. Exposição Dérmica Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem. •Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração. •ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –ANVIS/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: 08000-112273 ou Oxx12-31281357 MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Tiofanato-metílico Em estudo de Metabolismo, o Tiofanato-metílico radiomarcado foi administrado por via oral em ratos fêmeas em uma dose calculada em 45 mg/kg na dieta durante um período de 20 dias. A substância foi absorvida pelo trato gastro-intestinal, tiróide, glândulas adrenais e fígado, foi metabolizada e excretada. Uma média de 89,6% da radioatividade foi excretada por dia, 54,27% pela urina e 35,38% através de fezes. Após a administração final a diminuição da radioatividade foi muito rápida em todos os tecidos, com exceção, da tireóide, adrenais e fígado nos quais persistiu temporariamente. Fipronil: O fipronil age por bloqueio não-competitivo dos canais de cloreto dos receptores específicos GABA. Uma vez absorvido, o fipronil é rapidamente distribuído e metabolizado. Os resíduos teciduais foram detectados na carcaça, trato gastrintestinal, fígado, adrenais e gordura abdominal. A eliminação é lenta, demonstrando um potencial de bioacumulação. É eliminado principalmente através das fezes. Piraclostrobina: Em ratos houve um primeiro pico plasmático após cerca de 30 minutos seguido de um segundo pico plasmático após 8 a 24 horas da ingestão. O trato gastrintestinal e os conteúdos apresentaram as maiores concentrações cerca de 30 minutos após a administração, seguido do fígado e rins em menor extensão. Apenas uma pequena fração da dose administrada foi encontrada nos tecidos após 42 e 72 horas da administração. A excreção ocorreu principalmente pelas fezes (cerca de 74-91%) e pela urina (cerca de 10-13%) nas primeiras 48 horas. Em animais com o canulação do ducto biliar ocorreu a excreção de 35-38% por esta via em até 48hs após a administração. Houve absorção dérmica em ratos de cerca de 2,6% da dose aplicada após 4-8 horas. Piraclostrobina é um membro do grupo de fungicidas estrobulurina. Este grupo atua inibindo a respiração mitocondrial pelo bloqueio da transferência de elétrons dentro da cadeia respiratória, resultando na cessação do crescimento de fungos. EFEITOS AGUDOS: O produto STANDAK TOP apresentou: Em laboratório, a dose aguda letal para 50% dos animais testados foi: •DL50 oral aguda em ratos fêmeas: 300mg/kg •DL50 dérmica aguda em ratos: > 5.000 mg/kg • CL50:O,9mg/L Em coelhos, o produto testado causou leve reação cutânea e leves alterações nas conjuntivas (hiperemia, edema e secreção). O produto demonstrou ser não sensibilizante cutâneo em cobaias. EFEITOS CRÔNICOS Tiofanato-metilico Em estudos toxicológicos crônicos de laboratório, nos quais ocorrem a exposição e observação dos animais durante toda ou boa parte de suas vidas, com administração de diferentes concentrações de Tiofanato-metilico, foram estabelecidas doses de não efeito tóxico por exposição crônica à substância, as quais são respeitadas. Entretanto, em dosagens superiores para ratos e cães, ocorreram queda no crescimento, sendo observados efeitos sobre o fígado e tiróide. O produto não apresentou características carcinogênica, teratogênica ou mutagênica em testes com animais de laboratório. Fipronil: Estudos conduzidos para avaliar a toxicidade crônica em cães e ratos, indicaram que os principais efeitos relacionados com o tratamento com o fipronil foram relacionados ao sistema nervoso central, como convulsão, ataxia, tremores, hiper e/ou hipoatividade, enquanto que em camundongos e ratos o fígado também foi um órgão alvo de ação. Piraclostrobina: Em estudos com animais os principais achados apos repetidas doses de piraclostrobina foram hipertrofia da mucosa gastrointestinal e em alguns estudos com roedores, úlceras gástricas. Estes achados sugerem que a substância é irritante de mucosas. Foram observadas reduções no ganho de peso e consumo alimentar em todos os estudos realizados. Estas reduções foram acompanhadas de reduções nos parâmetros sorológicos (incluindo concentrações de proteína total, globulina, glicose, triglicérides e creatinina) e redução do percentual de gordura hepática. Estas observações podem ser secundárias ao distúrbio no metabolismo normal após a alteração na respiração celular causada pela substância.
CONSULTE SEMPRE UM ENG. AGRÔNOMO.